Auditório da Escola Secundária de Benavente - livraria "Fadas Bruxas e Dragões"
terça-feira, 24 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
quarta-feira, 18 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
SEMANA DA LEITURA: outro Jorge de Sena
Soneto II: ANÓSIA
Que marinais sob tão
pora luva
de esbanforida pel
retinada
não dão volpúcia de
imajar anteada
a que moltínea se
adamenta ocuva?
Bocam dedetos
calcurando a fuva
que arfala e dúpia de
antegor tutada,
e que tessalta de
nigrors nevada.
Vitrai, vitrai, que
estamineta cuva!
Labiliperta-se infanal
a esvebe,
agluta, acedirasma,
sucamina,
e maniter suavira o
termidodo.
Que marinais dulcífima
contebe,
ejacicasto, ejacifasto,
arina!...
Que marinais, tão pora
luva, todo...
— In Quatro sonetos a Afrodite Anadiómena
Subscrever:
Mensagens (Atom)
