A INSAFE, todos os anos durante o mês de Fevereiro organiza acções de sensibilização para uma internet segura, promovendo o uso mais responsável da tecnologia on-line, especialmente entre as crianças e jovens em todo o mundo.
O tema para 2010 é "Think B4 u post!", cuja campanha foi lançada a 9 de Fevereiro, como forma de comemoração do dia da Internet Segura.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Experimentalismo Poético
O Experimentalismo Poético é uma das tendências do vanguardismo literário e artístico da segunda metade do séc. XX (também há Pintura Experimental, Música Experimental, Teatro Experimental, Cinema Experimental…).
O Experimentalismo Poético português é um Movimento de vanguarda que surge em Lisboa em meados dos anos 60, embora já em finais de 50 a sua presença se tivesse feito sentir.
A Poesia Experimental Portuguesa tem relativamente poucos poetas no seu activo, pois de entre aqueles que colaboraram na Revista inicial, só quatro se mantiveram declaradamente fiéis ao Concreto Experimentalismo: António Aragão, Salette Tavares, E. M. de Melo e Castro e Ana Hatherly. Outros que surgiram depois, como José-Alberto Marques, Silvestre Pestana, Abílio, António Barros, Alberto Pimenta, Fernando Aguiar, encontraram os seus próprios caminhos, embora ligados, mais ou menos directamente, ao espírito do Movimento.
De uma maneira geral designados hoje por Poetas-Visuais, os Experimentalistas portugueses, tanto os antigos como os novos, repartem a sua actividade entre uma produção literária e uma inserção em zonas particulares das artes visuais como a pintura, o audio-visual, perfomances, além duma continuada presença em exposições, colóquios e publicações internacionais.
O Experimentalismo Poético português é um Movimento de vanguarda que surge em Lisboa em meados dos anos 60, embora já em finais de 50 a sua presença se tivesse feito sentir.
A Poesia Experimental Portuguesa tem relativamente poucos poetas no seu activo, pois de entre aqueles que colaboraram na Revista inicial, só quatro se mantiveram declaradamente fiéis ao Concreto Experimentalismo: António Aragão, Salette Tavares, E. M. de Melo e Castro e Ana Hatherly. Outros que surgiram depois, como José-Alberto Marques, Silvestre Pestana, Abílio, António Barros, Alberto Pimenta, Fernando Aguiar, encontraram os seus próprios caminhos, embora ligados, mais ou menos directamente, ao espírito do Movimento.
De uma maneira geral designados hoje por Poetas-Visuais, os Experimentalistas portugueses, tanto os antigos como os novos, repartem a sua actividade entre uma produção literária e uma inserção em zonas particulares das artes visuais como a pintura, o audio-visual, perfomances, além duma continuada presença em exposições, colóquios e publicações internacionais.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Asas
Asas servem para voar,
Para sonhar, ou para planar
Visitar, espreitar, espiar,
Mil casas do ar.
As asas não se vão cortar;
Asas são para combater,
Num lugar infinito no vacuo,
Para respirar o ar.
As asas são
Para proteger, te pintar
Não te esquecer,
Visitar-te, olhar-te, espreitar-te
Bem alto do ar.
E só quando quiseres pousar
Da paixão que te roer,
É um amor que vês nascer
Sem prazo, idade de acabar.
Não há leis para te prender
Aconteça o que acontecer.
Mas só quando quiseres pousar
Da paixão que te roer,
É um amor que vês nascer
Sem prazo, idade de acabar. (x2)
Não há leis para te prender
Aconteça o que acontecer.
Não vejo leis para te prender
Acontença o que acontecer.
Não há leis para te prender
Aconteça o que acontecer
GNR
Ser artista?...
"O que é que acredita que é um artista? Um imbecil que só tem olhos, se for pintor? ouvidos, se for músico? Ou uma lira em todos os andares do coração, se for poeta? Ou mesmo se for pugilista, somente músculos? Muito pelo contrário! O artista é, basicamente, um ser político constantemente alerta perante os dilacerantes, ardentes ou doces acontecimentos do mundo, moldando-se inteiramente à sua imagem. Não! A pintura não foi feita para decorar casas... É um instrumento de guerra, ofensivo e defensivo, contra o inimigo.Pablo Picasso, 1972
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